SOBRE
O ano de 2011 foi o início da minha imersão na cultura italiana. Antes, o que eu havia acumulado no Brasil era um repertório básico: o conhecimento da língua, o rastreamento não muito aprofundado da genealogia da minha família, os documentos para entrar com o processo de reconhecimento da cidadania e uma noção razoável da História da Itália.
Em Roma, tive reconhecida a minha nacionalidade italiana. Protagonista do Direito Ocidental, a capital da Itália muito me ensinou sobre embasamentos legais, correlatas interpretações – incluindo o caos – e efeitos na vida real. Para além disso, o privilégio de vivenciá-la jogou luz sobre os meandros que a unem ao Catolicismo. Do infindável acervo histórico da Igreja, os caminhos da genealogia.
Em meio a esse trajeto, dentre agravantes e atenuantes, foram muitas as descobertas interessantes advindas do trabalho, viagens e situações aleatórias ao “mundo” da cidadania italiana. Por conseguinte, criei o blog para compartilhá-las com vocês!
Sejam muito bem-vindos!!
Via Veneto: Cripta dos Capuchinhos
Famosa pela sua beleza e glamour, a Via Veneto também abriga uma joia a nos alfinetar reflexões que talvez possam não soar tão glamourosas: as interpretações sobre a morte plasmadas…
Matera: grutas, capelas, sarcófagos e locação cinematográfica (VI)
A Helena foi ótima companhia para desbravar as cavernas da Matera. Ela também era um tipo que se detinha a detalhes microscópicos, gostava de fotografar e não tinha pressa. Entre uma…
Italianices: por que House of Gucci é uma bagunça?
Novamente, eis a ótica nerd da cidadania italiana a me trazer o viés cinematográfico. Muitos me questionam sobre House of Gucci. Confesso já estar meio cabreira desde a pré-produção do…
4. She´s Leaving Home
As pendências da reviravolta da minha cidadania italiana foram resolvidas num espaço de tempo tão curto que nem me dei conta do que a minha partida significaria para as pessoas….
10. No centro histórico de Milão também paga-se caro num coliform´s qualquer
Havia um pessoal cuidando dos preparativos do festival. Não seria somente o Mark Knopfler a tocar. Todos me olhavam com cara de dúvida, pois era óbvio que eu não deveria estar…
12. Speedway at Nazareth trouxe o Mark Knopfler e me compeliu a comprar uma bateria
Eu vim efetivamente a “conhecer” o Mark Knopfler em 2007 num papo via msn. Na ocasião, eu participava de um grupo do orkut que tinha a música como pauta. Numa…


Paula Esposito
Assessoria no processo da Cidadania Italiana
Mestranda em Geografia (Imigração Italiana) | Universidade Federal de Viçosa – UFV